Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Ser simples ...

Hoje, as queixas do dia, salvo raras excepções, são: A vida está difícil, a vida é um martírio, a vida é uma tragédia, viver assim é complicado, enfim, é só desgraça, não há nada de bom, ou se há, é ignorado.

Curiosamente, estas queixas não partem daqueles, para quem a vida nunca foi boa. Os queixosos, na maioria, são os privilegiados.

De facto a vida não é fácil todos os dias. Há dias melhores, dias piores e dias assim assim. Mas, há pessoas, que á mínima contrariedade, por mais simples e leve que seja, soltam o seu pessimismo, clamando, drama e a tragédia, por antecipação. A isto chama-se complicar a vida. Complicam a sua e a de quem com eles coabita ou lida, provocando, infelicidade, desânimo, e por vezes, desespero. Os que assim procedem, parece-me quererem mais do que aquilo que a vida lhes pode dar, ou a que têm direito, desvalorizando, ou não dando valor, ao que realmente têm. Querem mais e mais, e por mais que tenham, nunca estão satisfeitos. Há sempre algo melhor. São pessoas, ambiciosas, presunçosas, egoístas, preconceituosas que se julgam superiores a tudo e a todos. Abreviando, são pessoas complicadas e complicativas.

Penso que estas pessoas seriam mais felizes, se fossem modestas, moderadas e sensatas, em suma, simples. Se assim fosse, não havia queixas daquela natureza.

Para ser simples não é preciso ser ou tornar-se pobre. As pessoas podem ser simples de várias maneiras, independentemente, a sua situação social, intelectual, profissional ou outra. Cada um pode e deve tirar partido de tudo o que a vida lhe dá, tendo sempre em conta uma fasquia de conduta, comportamento, entendimento, tolerância e sentimento pelos outros.

Ser simples, é ser positivo, tolerante, ter um sentido construtivo e solidário para com os outros, e, acima de tudo, valorizar e viver melhor com aquilo que se tem. Ser simples é simplificar a vida ou, pelo menos, não complicá-la.

Em última análise. Ser simples é ser humano, tolerante, educado, generoso e solidário.

 

Conclusão: Complicar a vida é fácil. Descomplicar é difícil. Portanto, é melhor ser simples.

 

Vamos ser simples.

 

Jcm-pq

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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Coisas da Vida!...

ZC e EV são um casal, que, orgulhosamente, fazem parte do meu circulo de grandes amigos. Conhecemo-nos há bastante tempo. Têm dois filhos: O LU e a IN. São uma família feliz e unida!... E, eu sou um privilegiado por os ter, a todos, como amigos!...

O LU, com trinta e dois anos, é casado e tem uma filha com dois anos. Profissionalmente, seguiu a carreira militar. É Capitão no Exército. Vive bem.

IN, tem vinte e nove anos e é uma miúda simpática e alegre. Em casa é do melhor que há. Sabe fazer tudo: Limpar, arrumar e cozinhar são tarefas que desempenha com gosto. Para petiscos, tem dedo!. E eu que o diga!. – Olha o meu colesterol!. – Digo eu. – Os meus petiscos curam qualquer tipo de colesterol!. – Diz ela com um sorriso aberto e cativante. É o orgulho dos pais!. – Damos graças a Deus pela filha que nos deu!. Repetem vezes sem conta. O LU também é uma jóia de rapaz, mas a IN é excepcional!. – Felizmente que ele não tem ciúmes – Diz a mãe. Quanto a beleza, é uma rapariga normalíssima!. - Não sirvo para modelo, mas também não parto espelhos – Diz ela com graça. Diz, ainda, que não tem físico de partir corações!... Pois!. Mas eu sei que um ingrato, amachucou bem o dela.

De facto, embora, desde Há dois anos para cá, tenha recuperado a alegria e felicidade, os quatro anos anteriores, foram negros!. Digo isto pelo que me foi permitido acompanhar e pelo que os pais me contaram.

Dentro da linha e espírito que me leva a escrever textos, vou tentar descrever, tal qual conheço a saga de quatro anos da vida de IN!. Ela sabe e diz que está ansiosa por ler!.

 

Então cá vai:

 

Com dezoito anos oficializou um namoro que na, realidade, já durava à cerca de um ano. Não era segredo para ninguém e muito menos para os pais. Uma das grandes qualidades de IN, é que nunca escondeu nada deles. Por opção, preferiu manter a relação como de amizade enquanto não atingiu a maior idade. – Só direi que namoro, quando puder votar. – Dizia a sorrir.

JO – o namorado – era um rapaz, alto, bem parecido e educado!. Era conversador e tinha ideias próprias bem formadas. Era agradável falar com ele!. Conversamos muito sobre assuntos militares. E, quando o LU estava presente, então a conversa prolongava-se!. Ninguém mais tinha licença para falar!. As mulheres fugiam do pé de nós!. Não fez tropa, mas interessava-se pelo assunto!. Porquê nunca soube. Eu dava corda, porque gostava de falar daquilo e o LU como militar profissional, obviamente participava activamente. Outros assuntos relacionados com uma diversidade de temas, nomeadamente: sociedade, mundo, convulsões politicas, economia, etc…, eram uma constante, nas muitas vezes que nos encontramos na casa dos meus amigos. Todos gostávamos dele!. – A IN merece!. – Comentávamos com alguma frequência!.

O namoro, durante cinco anos, foi normalíssimo. Desenrolou-se dentro dos parâmetros da época. Com algumas restrições – poucas – no inicio, mas depois foi à vontade. Saiam quando queriam, iam para onde lhes apetecia, faziam longos passeios pela Europa, gozavam férias sós ou acompanhados. Enfim, fizeram tudo o que os jovens da idade deles fazia. IN, entregou-se de alma e coração!.

Com vinte e um anos, IN terminou o Curso de Contabilista e inscreveu-se como Técnica de Contas. Com, relativa, facilidade conseguiu trabalho num Gabinete de Contabilidade. Entretanto, JO continuou os estudos em Psicologia Clínica. O casamento estava previsto para quando este terminasse.

Tudo estava a decorrer como o previsto. JO estava a finalizar com boa média e IN já se imaginava vestida de noiva. Andava radiante!... Mas, contra ao que toda a gente esperava, inclusive eu, as previsões não se concretizaram. O namoro de IN estoirou!... Foi um golpe rude para todos!... Obviamente, quem mais sofreu, foi ela!... Mas os pais também tiveram a sua dose!... A mim também me custou bastante!...

Na viagem de finalistas a Cuba, JO envolveu-se com uma colega. Já durante o curso esta o atazanava, mas JO resistiu às investidas. Longe de IN não teve força!. Pensou que depois de uma aventura ela o deixasse em paz!. Enganou-se!. Ainda ficou pior!. Telefonemas e SMS´s eram uma constante. Pior era quando lhe aparecia de surpresa em locais inesperados e a horas pouco convenientes!. Dava-se ao desplante de arranjar programas e lhos apresentar como facto consumado. Para levar a sua avante, chantageava!.. Estupidamente, JO deixou-se levar!. E, tantas vezes o cântaro foi à fonte até que …… a colega engravidou!. Aqui foi o fim!...

As desculpas que dava a IN, para as escapadelas, eram convincentes. A tónica era sempre profissional: Entrevistas e seminários eram o forte!... Ainda houve quem tentasse alertar IN, mas esta tinha tanta confiança nele que não ligou. Achou que era uma mistura de inveja e brincadeira de mau gosto!. Não quis acreditar!.

Quando JO lhe disse e tentou justificar o que não tinha justificação, IN passou-se!. Quando entendeu a situação, nem quis ouvir mais!.... Atirou-se a ele.

- Não sabemos onde é que ela arranjou tanta força. Ele ficou bem aviado!. As marcas na cara e no pescoço eram bem demonstrativas. Ele nem reagiu, limitou-se a fugir assim que conseguiu libertar-se dela!. Grande coça que ela lhe deu!...

- Contaram-me os pais.

Como era de esperar, IN entrou em estado de choque!. Fechou-se no quarto!... Chorou!... Desprendeu-se de tudo e de todos!... Não queria falar com ninguém!... Enfim, entrou num estado depressivo tão grande que esteve cerca de seis meses de baixa!... No primeiro mês só a mãe falou com ela!...

Quando os visitava e sabendo que ela gostava de falar comigo, os pais avisavam-na da minha presença. No princípio ignorava. Só passado algum tempo é que começou a aparecer!... Eu, numa tentativa de ajudar, lá lhe ia dizendo frases feitas, já por demais conhecidas e a cair de caruncho!... A maior parte das vezes olhava, sorria e nem respondia!... Consegui algum dialogo, quando sentiu que o que lhe dizia era realmente o que eu sentia!. O que era dito do coração!... Mesmo sem me dizer eu percebia quando discordava!. Eu tentava por outro lado!... Até lhe sugeri consultar um psicólogo. Negou com aceno de cabeça!. Não foi fácil lidar com a situação mas não desisti!... Ainda me recordo de uma resposta num desses diálogos.

– Como se sentiria se tivesse a sensação de que lhe roubaram todo o sentimento!... Até há pouco tempo eu só odiava!... Odiava as pessoas, as coisas, a minha vida!... Odiava tudo!... Odiava-me a mim própria!...

- Chocou-me!... Nem retorqui.

A pouco e pouco o estado critico foi passando!... Um dia, reportando-se ao inicio da situação, pediu desculpa ao pai ao irmão e à cunhada pelas atitudes que tomou!... Fez o mesmo em relação a mim!. – Não necessitavas fazê-lo. O que é preciso é que saias dessa “fossa” e tu tens força para isso!... – Respondi-lhe – Sim. Eu sei. Já arranjei e comecei um tratamento que vai resultar, vai ver!. - Respondeu, com o indicador direito colado à têmpora. – Ah! Sim!.. E posso saber que tipo de tratamento é? – É muito simples! Meditar nesta frase “Existem sempre um ou vários caminhos certos, mas às vezes necessitamos de nos separar um pouco da berma e alçar a vista para poder vê-los”. Hei-de encontrar o meu!. Li-a num livro que estou a ler “A Inutilidade do Sofrimento”!. - Esclareceu IN!. - Deus te oiça, rapariga!. – Disse eu!... Os pais encolheram os ombros!...

A recuperação foi lenta. Passados dois anos ou mais era frequente, nos convívios que fazíamos, passar do estado, mais ou menos alegre, para um estado melancólico!... Às vezes lá vinham umas lágrimas!... Levantava-se, ia à casa de banho e voltava!... Mas, naquele dia já não era a mesma!... Ela sofria!... Sofria muito!... Escondia o máximo que podia!... Mas, por vezes não conseguia!...

A mãe, ainda a incitou a sair e procurar o convívio de colegas. – O convívio faz-te bem!. Lá por ter acontecido o que aconteceu não quer dizer que seja sempre assim!.. Os homens não são todos iguais!... Esconderes-te em casa é o pior que podes fazer ……! – Só de ouvir isso fico arrepiada!. – Respondeu IN, desencorajando a mãe a continuar.

Não me recordo que alguma vez se tenha falado do JO, que entretanto, como era de esperar, casou. Casamento que durou pouco. Ao fim de três anos e com um rapaz, divorciou-se. Ninguém disse nada a IN porque em dada altura deixou bem claro que não queria falar ou ouvir falar em tal pessoa.

Mas, passado algum tempo do divorcio ter decorrido, JO tentou contactar IN: Primeiro pelo telemóvel. IN não conhecia o número. Quando se apercebeu de que era ele, desligou e nunca mais atendeu tal número; Ainda tentou com outro número e o resultado foi igual; Tentou no local de trabalho. IN não lhe deu troco, ignorou-o simplesmente!... Sabendo como ele era, IN suspeitou que a próxima tentativa fosse na residência. Pelo sim, pelo não, alertou os pais para essa possibilidade e dissuadi-os de correr com ele. Pelo contrário, disse-lhes para o mandarem entrar, que ela trataria dele a seguir. E de facto não se enganou. Não tardou muito o JO bateu-lhe à porta!. Cordialmente, os pais fizeram como ela disse. Chamaram-na e ficaram por perto. Ele queria falar em privado, mas ela não quis!... O dialogo não durou mais de dois minutos. IN disse-lhe tudo o que sentia e correu com ele. Remédio santo. JO saiu, cabisbaixo e não apareceu mais!. Nem IN nem os pais me contaram o que foi dito!... Mas imagino que deve ter sido muito dura!...

Há cerca de um ano, um colega do LU – o AM - aleijou-se num exercício físico e baixou ao Hospital Militar. Foi operado a um joelho e ficou três meses em convalescença. Era de Trás os Montes e não tinha familiares em Lisboa. Intencionalmente ou não, LU pediu à irmã que lhe fizesse uma visita e lhe desse alguma assistência. IN assim fez. Não lhe custou muito, até porque se lembrava dele das poucas visitas que fez ao quartel. Era simpático, alegre, educado e muito bem formado. Era de um humanismo de todo o tamanho. – Oh! IN não te incomodes comigo! Há coisas mais interessantes para fazer do que aturares este “chato”!. O teu irmão é que te meteu nisto!. Ele é que é o culpado!... – Repetia AM com frequência. IN não lhe dava ouvidos!. Começou com uma visita semanal, passou a duas e por fim todos dias. O que começou a fazer por dever cívico acabou por fazê-lo por gosto. Foi tão bom que quando AM teve alta, estavam noivos!.

Hoje estão de casamento marcado e IN é a mesma miúda alegre e extrovertida que era antes do incidente!...

Diz o povo, com alguma verdade, que o tempo cura todas as feridas!... Mas, em minha opinião, há certas feridas que só nós próprios é que as podemos curar!... No caso de IN, ela é que se curou a si própria!... Não necessitou de psicólogos ou afins!... A ajuda da família e dos amigos, onde me incluo, foi importante, mas é a ela própria que deve tudo!. O auto-tratamento, resultou!... Ainda bem!...

Força IN!. Grande mulher que tu és!..

 

Jcm-pq

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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Os Idosos

Com alguma frequência tenho ouvido dos meus familiares idosos, manifestações de desgosto, desalento e desilusão com a vida. De maneiras diferentes, todos apontam no mesmo sentido - Que já não servem para nada, que ninguém lhes liga, mas que também não admira, porque nunca ninguém lhes deu valor ou apreciou. Ao princípio não ligava, até achava natural e que era próprio da idade.

Ultimamente tenho comentado isto com amigos e curiosamente dizem-me que os seus familiares dizem o mesmo. Sendo assim, parece-me um fenómeno generalizado, o que é preocupante.

Matutei no assunto e cheguei á conclusão que nós somos os culpados. Somos culpados porque não dialogamos com eles, e quando o fazemos, se não ouvimos o que queremos ou gostamos, acabamos por arrematar o diálogo com frases fatídicas, do tipo: “agora já não é assim”, “isso era no seu tempo”, “você sabe lá o que está a dizer” etc…, e desligamos. Uma atitude destas é, no mínimo, desumana.

É verdade que determinados assuntos da actualidade sejam do seu desconhecimento e consequentemente a sua opinião seja descabida ou disparatada. Mas eles querem falar, querem ser simpáticos, querem ser prestáveis, em suma, querem sentir-se úteis. De facto deve ser muito triste, sentirmo-nos passados e inúteis e pensar que a nossa vida foi banal e sem qualquer importância. Factos essenciais que levam o idoso, em desespero, a manifestar-se da maneira que o faz.

Em face disto, e se a minha teoria estiver certa, porque não mudarmos o sentido do diálogo, para algo que eles saibam discutir - chamar-lhes a atenção para o bom que foi eles terem existido, o quanto contribuíram para a felicidade dos que com eles conviveram, lembrar-lhes coisas boas do passado, lembrar-lhes algo de notável que tenham feito ou que lhes tenha acontecido - não conheço nenhum idoso que não goste de falar no seu passado.

No fundo é retribuir-lhes o amor e carinho, que nos deram, quando dele precisamos. E, quantas coisas mais poderíamos fazer por eles? Penso que muitas.

Se todos procedêssemos deste modo, aquelas angústias e desesperos com que deparamos, certamente, tenderiam a desaparecer.

Se nos transformarmos nos seus Anjos da Guarda, contribuiremos para que os seus últimos dias de vida, sejam passados com alguma felicidade e dignidade.

 

Jcm-pq

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Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Animais de Estimação

Não é novidade para ninguém, nos dias de hoje, a existência dos tradicionais animais de estimação, predominantemente, cães e gatos, em grande quantidade. Vemo-los em vivendas e apartamentos. A maioria, sem condições de espaço e higiene. Em bairros de vivendas, é frequente ver, nas ruas, estes animais á solta e á vontade. Sabe-se que não estão abandonados pelo aspecto bem tratado que alguns apresentam. São soltos propositadamente pelos donos, para fazerem as necessidades e ao mesmo tempo usufruírem do espaço que lhes falta, enquanto habitam no canilo ou no pequeno metro quadrado que lhe está atribuído na residência. Os animais de estimação são a alegria de muita gente. Um animal nunca desilude o seu dono, mantém-se sempre fiel e amigo. No entanto, os donos deviam ter em mente três princípios básicos: Abandono, trato e disciplina. Quanto ao abandono, só tenho a dizer que é de uma crueldade tremenda. Quem o faz, são pessoas insensíveis e egoístas que não sabem ou esquecem que os animais também sofrem. Não conheço a existência de legislação relativa estas atitudes, mas acho que devia haver. É condenável tal procedimento.

Relativo aos maus tratos, há mais a dizer. Os maus tratos são diversos. Alguns, são praticados e as pessoas nem se apercebem disso. Para um animal que necessite de espaço para correr, prendê-lo ou restringi-lo a um canil, é maltratar o animal. Podem-lhe proporcionar todas as condições de higiene e alimentação, mas falta-lhe o que lhe é de mais sagrado, a liberdade. O contrário também é verdade. Dar todo o espaço e liberdade a um animal que não necessite dele, é criar-lhe confusão. Um animal confuso, sofre.

Antes de adquirir um animal de estimação, as pessoas deviam analisar e verificar se têm condições para o ter. Se, entenderem que sim, devem escolher um animal que se adapte ás condições que tiverem para lhe oferecer. Se assim procederem, a probabilidade de maus tratos involuntários diminui.

Os maus tratos voluntários, são tão condenáveis como o abandono. E, isto diz tudo.

Por fim, a disciplina. Disciplinar um animal não é fácil, mas é possível. Os donos devem criar hábitos nos seus animais, tendo em vista a boa vivência no meio ambiente em que estão inseridos. Não é agradável, ter um quintal bem tratado, e de repente verificar que é a retrete dos gatos dos vizinhos. Ou, então sair para a rua e andar em zig-zag, afastando-se das “minas” (escremento) deixadas nos passeios pelos cães, bem como inspirar o odor vindo dos muros regados pelos seus fluxos “mijatórios”. Não é menos desagradável, no sossego da noite, acordar sobressaltado e com calafrios pelos uivos dos cães e miar dos gatos. Durante o dia, embora o incómodo seja diferente, também não deixa de ser desagradável, verificar que a nossa zona de habitação, mais parece um canil público quando ouvimos uma série de cães a ladrar sem que haja razão aparente. Tudo isto, podia ser amenizado, se os donos dos animais fizessem um esforço no sentido de os disciplinar com repreensões e condicionamento de liberdade. Em suma, habituar os animais.

 

Para terminar. Animais de estimação? Sim. Mas que não causem perturbação e mau estar na sociedade.!!!

 

Jcm-pq

publicado por jcm-pq às 14:24
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